Adote um cachorro filhote ou adulto da Acãochego

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Tributo


Esse espaço é dedicado aos cãezinhos que viveram na Acãochego, não foram adotados e acabaram partindo. Que Deus os abençoe e que estejam felizes correndo e pulando com seus amigos que já se foram. Todos estarão em nossos pensamentos e corações para sempre. À eles dedicamos esse tributo.

A Princesa e o Príncipe são considerados símbolo da Acãochego por terem sido os primeiros cães recolhidos. Eram muito unidos e viveram muito tempo juntos. Infelizmente a Princesa que já estava idosa e com problemas cardíacos teve um infarto e faleceu.

Nosso querido Príncipe era muito bonito, grandão, extremamente amoroso e carinhoso, uma criança carinhosa. Estava bem idoso e tinha uma insuficiência renal grave. Apesar de todo o tratamento que recebeu, acabou não resistindo. Principe você leva parte do nosso coração, do nosso amor, sempre iremos nos lembrar de você, assim como nos lembramos da Princesa. Que Jesus e São Francisco o receba em seu novo plano, onde vai poder correr livremente, alegre e feliz.

Bethânia apresentava alguns problemas de saúde já há algum tempo. Acabou descansando. Agora deve estar muito feliz junto de sua companheira Gal. Sentiremos saudades.

Vivi de repente parou de comer e ficou apática. Foi levaqda para o hospital e depois de alguns exames descobriu-se que ela estava com o pulmão e abdomen tomado por tumores. Ficou internada uns dias, mas não resistiu. Sentiremos saudades do seu jeito doce.

Pantera ficou internada durante um tempo quando foi recolhida, chegou a ficar bem alguns dias e então teve uma recaída. Tinha uma inflamação na cervical e problema cardíaco grave. Pantera ficou pouco tempo na ONG e mesmo assim sentiremos falta do seu jeitinho tão meigo e carinhoso.

Clara tinha malassezia já há algum tempo e fazia tratamento. Foi encontrada já sem vida no canil. Era muito tranquila e carinhosa. Sentiremos sua falta.

Lippi era tranquilo, amoroso e carente. Foi-se de repente. Sentiremos sua falta.

Tuca ficou internada desde o dia 12/04 depois de ser picada por uma cobra que entrou no canil. Ela e o Thor acabaram brigando com a cobra. O Thor não levou nenhuma picada, mas a Tuca levou várias. Ficou internada e passou por vários procedimentos, mas o veneno prejudicou muito o coração e o pulmão. Sentiremos falta do seu jeitinho e será bem triste ver o Thor sozinho. Eles eram muito apegados.

Nossa querida Cidinha faleceu ontem. Há uns dois anos ela começou a emagrecer e ficou bem debilitada. Fez todos os exames possíveis várias vezes e mesmo assim não foi possível fechar um diagnóstico porque o resultado não indicava nenhum problema. A veterinária acreditava que ela tinha um problema metabológico. Sentiremos muita falta de seu jeito doce e carinhoso tanto com pessoas quanto com os outros cães.

Senhorinha já era um pouco idosinha, mas não tinha nenhum problema. Foi encontrada já sem vida. Não sabemos a causa. Sentiremos muitas saudades do seu jeitinho doce e carente.

JACK (FILHO 1 JUDDY)
Nascimento: 11/01/2009
Falecimento: 10/03/2017

Bibiu já estava meio idosinha e em tratamento devido a um linfoma. Seu jeito sereno e meigo deixará saudades.

Capitu já estava bem velhinha, mas não tinha problema de saúde. Acreditamos que ela tenha se ressentido bastante com a morte de seu companheiro Niklos, ocorrida há quase um ano. Capitu era muito doce e seu jeitinho meigo deixará saudades.

Atthus era agitado, sociável e amoroso. Era novo ainda e por isso levamos um susto quando ele teve um infarto. Foi tão rápido que não tivemos tempo de socorrer. Sentiremos falta da sua carinha linda e do seu jeitinho amoroso.

Aninha sofria de insuficiência renal e recentemente descobtiu-se que ela tinha um tumor no fígado. Sentiremos saudades do seu jeitinho doce.

Juquinha já estava bem idosinho e acabou tendo falência múltipla de órgãos. Sentiremos saudades do seu jeito tranquilo e amoroso.

Duda viveu sua vidinha curta no canil. Era jovem, amorosa e brincalhona. Estava bem de saúde, mas foi picada por uma cobra coral e o veneno agiu muito rápido. Sentiremos saudades.

Sansão estava bem idosinho e teve uma falência múltipla de órgãos. Era muito amoroso e carente. Sentiremos sua falta.

Minie já estava idosinha e debilitada há algum tempo. Sentiremos saudades de seu jeitinho delicado e amoroso.

Júnior estava idosinho e teve falência múltipla de órgãos. Viveu bem enquanto esteve na ONG. Era tranquilo e amoroso. Sentiremos saudades.

Beethoven estava bem velhinho e teve falência múltipla de órgãos. Era extremamente carente, alegre e carinhoso. Deixará saudades.

Conchita se abateu demais após a morte do seu irmão Pierre (em Outubro). Tornou-se triste, comia pouco, perdeu a vontade de viver. Fazia tratamento pra doença do carrapato, mas com a depressão a doença se agravou muito e ela não resistiu. Foi de encontro a sua família, Pierre e Monalisa (sua mãe). Guardaremos em nossos corações pra sempre sua carinha tão linda e alegre. Sentiremos saudades.

Beethoven ou Bonitão parou de andar de repente. Depois de alguns exames descobriu-se que ele estava com vários tumores no abdômen e que um deles havia rompido causando hemorragia interna. Beethoven chegou muito bravo no canil porque não entendia o motivo de ter sido abandonado pela família. Com o tempo ele acabou permitindo que o agradássemos, mas nunca se sentiu feliz no canil. Sentiremos muitas saudades, mas sabemos que agora você está correndo livremente.

Marri foi recolhida há uns 3 anos e mesmo chegando muito debilitada e sem andar, teve um arecuperação muito boa e viveu bem seus últimos anos. Sentiremos muitas saudades do seu jeitinho doce e amoroso.


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Tributo a um Cão

“O mais altruísta dos amigos que um homem pode ter neste mundo egoísta, aquele que nunca o abandona e nunca mostra ingratidão ou deslealdade é o cão.

Senhores jurados, o cão permanece com seu dono na prosperidade e na pobreza, na saúde e na doença. Ele dormirá no chão frio, onde os ventos invernais sopram e a neve se lança impetuosamente.

Quando só ele estiver ao lado de seu dono, ele beijará a mão que não tem alimento a oferecer, ele lamberá as feridas e as dores que aparecem nos encontros com a violência do mundo.

Ele guarda o sono de seu próprio dono como se fosse um príncipe. Quando todos os amigos o abandonarem, o cão permanecerá. Quando a riqueza desaparece e a reputação se despedaça, ele é constante em seu amor como o Sol em sua jornada através do firmamento.

Se a fortuna arrasta o dono para o exílio, o desamparo e o desabrigo, o cão fiel pede o privilégio maior de acompanhá-lo, para protegê-lo contra o perigo, para lutar contra os inimigos.

E quando a última cena se apresenta, a morte o leva em seus braços e seu corpo é deixado na laje fria, não importa que todos os amigos sigam seu caminho, lá ao lado de sua sepultura se encontrará seu nobre cão, a cabeça entre as patas, os olhos tristes mas em atenta observação, fé e confiança mesmo à morte.”

Este tributo foi apresentado ao júri pelo ex-senador americano George Graham Vest (1830-1904), então advogado, que representou o proprietário de um cão da raça FoxHound chamado Old Drum (Velho Tambor) e que foi morto a tiros, propositadamente, pelo vizinho. O fato ocorreu em 23 de setembro de 1870, na cidade de Warrensburg, Missouri, nos Estados Unidos. O Senador ganhou o caso e seu discurso arrancou lágrimas dos jurados. Hoje existe uma estátua do cão na cidade e o discurso está inscrito na entrada do tribunal de justiça.

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